A coisa mais preciosa que aprendi em 2016

Antes de ler, dá um play…

Dois mil e dezesseis foi um ano do tipo “UUUUooouuu”.

Como assim?

De tudo um pouco aconteceu. Juro. E como sou intensa e extrema como um poema da era romântica, não poderia faltar todo o tipo de sentimento, experiências e sensações.

O grande problema (ou benção) é que minha memória é igual a da Dory, então, com certeza, esqueci de algumas coisas… Mas, o que nunca se esquece, são das lições aprendidas. Eu acredito de verdade, que mesmo nas situações ruins, aprende-se alguma coisa boa.

Pode parecer um otimismo barato, ou uma maneira simplista de ver as coisas, mas no meio do furacão dos dias ruins, é nessa certeza que me agarro para passar pela tormenta.

2016 teve 366 dias, e como fez diferença esse dia em um ano bissexto. Como faz diferença ter um tempinho a mais para fazer o que se quer, o que se sonha, ficar com quem se ama.

E esse ano me ensinou isso: nem sempre teremos um dia a mais para fazer o que deixamos para fazer depois. Pode levar mais de 4 anos para o tal dia acontecer.

O tempo é ambíguo: é bom e mau, é amigo e inimigo, é lento e rápido demais.

Ele te dá dois caminhos para cada oportunidade, nunca te dá um espaço para se programar e se preparar para o que vem. Te convida ao novo, pra ir com medo mesmo, ou te deixa ficar onde está, no conforto do que já existe (e na dúvida do que poderia ter sido).

O tempo simplesmente passa, e te leva com ele, ou te deixa pra trás.

Em janeiro a minha pequena não tinha todos os dentes. Hoje ela já sabe me dizer quais músicas quer cantar no carro, sabe o que é dançar, nomeia partes do corpo, decora as suas historinhas favoritas. Só não aprendeu a dormir…(mas isso é no tempo dela, não no meu).

Em janeiro eu conhecia meu marido há 10 anos, é dezembro e, em poucos meses,  completaremos 12 anos juntos. Hoje eu o amo mais do que há um ano.

Em um ano perdi familiares, amigos, pessoas distantes. E vi o quão efêmera e frágil a vida pode ser.

Reencontrei sonhos, e o tempo me mostrou que era hora de trazê-los à realidade. De quebra, conheci pessoas incríveis, que inspiram, incentivam, e amam. Amam tanto que chega a me constranger, por não achar que mereço tanto.

Conheci a dor da separação de uma segunda casa. Depois de 8 anos, doeu deixar o que vivi para buscar o que o tempo mostrou ser o melhor para mim, para todos. E só Ele, o tempo (ou o Senhor dele) é capaz de sarar a ferida que ficou. Estou vivendo dias em que o amor tem tomado conta do meu coração, seja consolando, seja mostrando como existem pessoas que amam por simplesmente amar. Confuso, né? Pra mim também, e só o tempo vai me abrir o entendimento.

Vi quem realmente fecha comigo. O tempo me mostrou que, apesar de poucos, são os melhores.

Aprendi, mais uma vez, que o tempo é indomável – muita coisa (por mais planejada e organizada que seja a nossa vida – horas) sai do nosso controle, e é preciso muita paciência e tempo (sabedoria) para entender novas realidades.

A coisa mais preciosa que aprendi em 2016 é: que o tempo sempre estará conosco, tal qual nossa sombra. Ora na nossa frente, ora ao nosso lado, ora atrás. Nos acompanhando dia e noite, mesmo quando não damos a devida atenção.

Cabe a mim e a você ter ‘olhos de ver’, e aproveitar o que cada minuto desse tempo tem para nos dar.

Bom gente, é isso…

Fiz uma playlist com músicas falando sobre o tempo. É curtinha, por falta de tempo pra procura mais músicas ( a pequenina está dodoizinha…).

Aceito sugestões para deixar essa lista maiorzinha e divertida.

Alguns momentos de 2016…

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(Esse post faz parte da blogagem coletiva do Blogs do Vale do Paraíba (grupo de Bloggers e Youtubers do Vale do Paraíba – SP). Para conhecer mais sobre o grupo, e os blogs/canais parceiros, clique aqui.)

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3 comentários sobre “A coisa mais preciosa que aprendi em 2016

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